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7 DE JAN DE 2019

AS TECNOLOGIAS DISRUPTIVAS

A grande questão não são as tecnologias isoladas, mas sim a combinação delas é quem potencializa a disrupção, agora acessíveis, conectando o físico e o biológico com o digital:

2050 ENSAIO AS TECNOLOGIAS DISRUPTIVAS ROGER MEDKE · 7 DE JAN DE 2019

A grande questão não são as tecnologias isoladas, mas sim a combinação delas é quem potencializa a disrupção, agora acessíveis, conectando o físico e o biológico com o digital: 

Não sei se você sabia, mas já existe Inteligência Artificial para:

As regras de negócios mudaram em todos os setores e atividades. A transformação digital está virando de cabeça para baixo o velho guia de negócios. Não importa se sua empresa é grande ou pequena. É hora de levar a transformação digital a sério e aproveitar suas possibilidades. É um assunto que está na pauta de 86% dos CEOs, estudo publicado pela PWC Survey na 21a pesquisa de 2018 com CEOs da PwCem que esses executivos consideram a Digitalização sua prioridade #1. Os CEOs acreditam que a tecnologia vai mudar seus negócios de forma mais impactante que outras tendências globais relevantes, conforme o gráfico nos mostra os (%s): 

Mas onde tudo isto começou? O mundo não está somente se tornando interconectado ou hiperconectado, mas interdependente, todo mundo em toda parte se encontra agora mais vulnerável às ações de qualquer lugar. O mundo não está apenas mudando rapidamente, mas está sendo drasticamente reconfigurado, está começando a operar de maneira independente em várias esferas ao mesmo tempo. Esta reconfiguração está acontecendo mais rápido do que conseguimos reconfigurar a nós mesmos, assim como nossas lideranças, nossas instituições, nossas sociedades, nossas leis e nossas escolhas éticas.

Existe efetivamente um descompasso entre a mudança eu seu ritmo e nossa capacidade de desenvolver sistemas de aprendizagem, sistemas de treinamentos, sistemas de administração, redes de segurança social e regulamentação governamental que dariam aos cidadãos a capacidade de extrair o máximo dessas acelerações e amortecer seus impactos mais severos.

A esse fenômeno é dado o nome de VUCA, é um acrônimo "que foi usado pela primeira vez em 1987 para descrever ou refletir" sobre a volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade das situações gerais. O significado mais profundo de cada elemento do VUCA serve para aumentar o significado estratégico da previsão e percepção do VUCA, bem como o comportamento de grupos e indivíduos nas organizações. Ele discute falhas sistêmicas e falhas comportamentais, que são características de falhas organizacionais. 

A boa nova, é que existe uma curva concorrente, é o ritmo no qual a humanidade, indivíduos e sociedade se adaptam às mudanças em seu ambiente. Essas podem ser mudanças tecnológicas "drones, sensores, inteligência artificial", geofísicas "como o aquecimento e resfriamento global" ou sociais "já houve uma época em que nos sentíamos constrangidos com casamentos inter- raciais". E, de fato, a boa notícia é que passamos a nos adaptar um pouco mais rapidamente ao longo dos séculos, graças à maior instrução por meio da leitura e da difusão do conhecimento. A velocidade com que nos adaptamos está aumentando. Há cerca de mil anos provavelmente passariam duas ou três gerações até que nos adaptássemos a alguma coisa nova. A imagem a seguir nos da uma melhor visibilidade sobre esse tema: 

Você conhece essas novas tecnologias disruptivas? Não, então procure se familiarizar, porque mais cedo ou mais tarde você estará sendo impactado. Portanto, tente tirar proveito e abraçar essa nova ERA de transformação digital.

Fonte: LinkedIn