Artigos

19 DE MAI DE 2019

Fases de investimento em startups

O Brasil ainda está engatinhando quando se pensa no mercado de startups. A indústria começou mesmo a existir por volta de 2010 e o país vive seu ciclo inicial de investimentos. O primeiro unicórnio nacional ainda está nas fraldas, nasceu em

2050 INDÚSTRIA Fases de investimento emstartups ROGER MEDKE · 19 DE MAI DE 2019

O Brasil ainda está engatinhando quando se pensa no mercado de startups. A indústria começou mesmo a existir por volta de 2010 e o país vive seu ciclo inicial de investimentos. O primeiro unicórnio nacional ainda está nas fraldas, nasceu em janeiro deste ano, quando a 99 recebeu um investimento da chinesa Didi Chuxing de pouco mais de 1 bilhão de dólares.

Basicamente, não há diferença hoje de como são feitos os investimentos no Brasil e nos Estados Unidos. Mas o modelo nacional ainda está sendo provado. Apesar de mostrar que há potencial de desenvolver uma grande indústria desse setor, grande parte dos investidores aportam dinheiro apenas nas fases iniciais. Ainda não há fundos de growth equity brasileiros, ou seja, em fases do negócio onde despejam-se milhões. Com isso, as grandes empresas brasileiras ainda dependem de capital para crescimento de fundos internacionais.

A seguir podemos ver como funcionam, em linhas gerais, as etapas de investimento em uma startup do mercado brasileiro e também mostra quem são os investidores. A ideia foi apresentar de maneira abrangente um negócio do embrião, à validação da ideia até colocar ações na bolsa de valores. Nesse caminho, estão os principais passos a serem dados e também quem pode ajudar no fortalecimento da empresa.

Fases, Estágios e Valores investidos

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Quem investe

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Aceleradoras

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Incubadoras

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Grupos de investidores Anjo

Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem

Expostos os momentos mais tradicionais de investimentos em startups, é fácil entender que toda e qualquer negociação de percentuais da empresa devem ser planejados com visão de curto e longo prazo. Não deve o empreendedor, por exemplo, topar receber um aporte com a venda de 40% da sua empresa se não terá folego para chegar ao próximo investimento. Se isso ocorrer, é normal que o empresário venha a ter que abrir mão do controle de sua startup em troca de mais capital e assim consiga mantê-la viva. Um bom conteúdo complementar a esse tópico pode ser absorvido no link aqui sobre Valuation publicado pela Endeavor, que demonstra uma explicação muito interessante.

Por isso, se você está focado em receber investimentos para acelerar seu negócio, analise bem e junto a um profissional de sua confiança e que entenda seu universo quais as condições que podem ser disponíveis, quais são inviáveis e até onde precisam chegar para conquistar um aporte relevante para a empresa.

Fonte: LinkedIn