26 DE JUN DE 2020
QUAL SERÁ O NOVO NORMAL, essa é a pergunta da hora.
E se o NOVO NORMAL for um não normal, nesse caso a única resposta possível é que "O NOVO NORMAL É RÁPIDO".
E se o NOVO NORMAL for um não normal, nesse caso a única resposta possível é que "O NOVO NORMAL É RÁPIDO".
A AGILIDADE moderna passa a ser um imperativo nesses tempos de incertezas (VUCA). Se isso é verdade como nos tornarmos Ágeis e como tornar as empresas ágeis como um sistema vivo?
Pegue a agilidade como principal indicador de saude da empresa, e passe toda a organização a limpo. Reveja tudo aquilo que torna lento o fluxo de informação de decisão da empresa. Isso significa ressignificar tudo, segurança, hierarquia, sucesso, compliance, relacionamento interno/externo (uma boa parte do fluxo acontece aqui). Nenhuma competência tem valor se perder o bonde da agilidade.
Fazendo uma analogia com o ocorrido ao ataque das Torres Gêmeas em Nova York em 2001.
O Sistema de segurança americano pagou caro para aprender a lição de agilidade. Em 2001 a queda das torres de NOVA YORK, pela pequena AL-Qaeda provocaram um profundo estudo para saber porque o sistema de segurança fracassou em defender a segurança do país, e o que eles aprenderam está no livro: "Power do the Edge", e fala sobre a implementação do pensamento sistêmico no sistema de gestão de segurança americano.
O diagnóstico apresentado foi de que quem vence a guerra não é o MAIOR e o mais PODEROSO, mas o mais ÁGIL. Ágil no que? Em capturar a informação no FRONT para atualizar a estratégia. Eles aprenderam muita coisa em busca da agilidade, por exemplo, que nas guerras atuais os soldados não estão mais no meio do pelotão esperando de braços cruzados ordens da hierarquia, mas sim no FRONT, mas sim "um" soldado com mais "três" companheiros apenas, equipados com muita tecnologia com a responsabilidade sim de cumprir ordens mas também de ler o cenário em busca de informação relevante e atualizar a estratégia.
E ao eleger a agilidade como competência estratégica pra vencer a guerra contra o NÃO NORMAL, concluíram pela importância das pessoas, e isso gerou uma grande evolução no mundo da gestão. Foi tão importante que a revista americana Times comentou na capa que o soldado não é uma peça inerte como uma bala, ele tem cérebro e tem coração, e portanto, se ele não souber a causa e a estratégia da guerra, e o papel dele dentro da estratégia ele não vai ter discernimento para poder observar o que tem de relevante no cenário e poder atualizar a estratégia. E não é só no FRONT, uma das hipóteses encontradas também foi que havia informação na área de administração, mas o funcionário alienado trabalhando das 9 a 5 por um salário não viu o significado da informação e não passou pra frente, resultado? Morrem quase 3 mil pessoas. Isso mudou o contrato do exército com o soldado, e o contrato do soldado com o próprio trabalho. Introduziu-se o significado na gestão do negócio (propósito) e aprenderam que no ambiente sistêmico os dedinhos são importantes.
Agilidade é simples, fácil de entender e medir. E pode ajudar muito pra integrar áreas, integrar níveis, integrar parceiros, reduzir custos, reduzir ciclos, e inspirar a inovação. Mas o melhor é a segurança de que você estará pronto pra dançar conforme a música, não importa que música vai tocar.
Fonte: LinkedIn